Nova Zelândia na Copa 2026: regra torna ausência quase impossível
Por Gabriela Borges · Seg, 15 de junho · 3 min de leitura
A Nova Zelândia pode estar prestes a garantir sua presença na Copa do Mundo de 2026 de forma quase certa. Uma nova regra da FIFA promete facilitar o caminho da seleção da Oceania para o torneio.
A mudança no regulamento concede uma vaga direta ao continente da Oceania. Antes, o representante da região precisava disputar uma repescagem contra times de outras confederações para tentar uma vaga no Mundial. Agora, com a regra atualizada, a Nova Zelândia, principal força da Oceania, se torna a grande favorita a ocupar essa posição.
Na prática, a ausência da seleção neozelandesa na competição se torna um cenário cada vez mais remoto. A equipe entra em campo nesta segunda-feira e busca confirmar seu favoritismo dentro de campo para assegurar a classificação.
Outras notícias da Copa do Mundo
O pai do goleiro Vozinha revelou, em entrevista exclusiva, o que disse ao filho antes do jogo histórico contra a Espanha. Seu José Pedro afirmou que considerou aquela partida o maior jogo da carreira do atleta, pela importância do confronto.
O técnico Giorgos Donis, da Arábia Saudita, admitiu que ainda está conhecendo seus atletas. Ele foi anunciado no cargo no final de abril e teve pouco tempo de preparação para a estreia. Apesar disso, elogiou o “caráter” da equipe no empate contra o Uruguai.
O apresentador Rizek criticou duramente o desempenho da Espanha no empate sem gols com Cabo Verde. Para ele, o futebol apresentado pelos europeus foi “assustador” e resultou em “uma das maiores zebras da história das Copas”.
Felipe Melo comparou a atuação do Uruguai à do Brasil na estreia do Mundial. Ele afirmou que a seleção de Marcelo Bielsa foi “mais brigadora” e teve mais coração durante toda a partida. Já Rizek analisou a ausência de Arrascaeta no time uruguaio, dizendo que a equipe “faz força para jogar”.
Bielsa explicou o motivo de aparecer nas fotos oficiais da FIFA olhando para baixo. Durante uma coletiva de imprensa, após o empate do Uruguai com a Arábia Saudita, o treinador respondeu: “Não sou modelo”.
As estatísticas da Copa do Mundo mostram que o Uruguai aumentou a seca dos sul-americanos no torneio. Em quatro jogos no atual Mundial, as seleções da América do Sul somam dois empates e duas derrotas. O maior jejum de vitórias do continente foi em 1974, quando a primeira vitória ocorreu apenas na décima partida.
O Uruguai saiu atrás no placar, pressionou, mas ficou apenas no empate com a Arábia Saudita. O zagueiro Al-Amri abriu o placar no primeiro tempo, e os uruguaios empataram na etapa final com Maxi Araújo. Bielsa lamentou o resultado, afirmando que a equipe deveria ter superado o adversário.