terça-feira, março 24

    A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) divulgou orientações sobre o ponto facultativo referente à Quinta-feira Santa, dia 2 de abril. As regras foram estabelecidas em Instrução Normativa Conjunta e são direcionadas a todos os setores da instituição.

    Conforme o documento, a adesão ao ponto facultativo é opcional. A decisão de liberar os servidores cabe às chefias imediatas e direções das unidades. O benefício se aplica a servidores públicos, empregados públicos, contratados temporários e estagiários.

    Quem optar por não trabalhar no dia deverá compensar as horas não trabalhadas. O período para essa compensação está marcado entre os dias 6 e 30 de abril de 2026. A compensação deve ser feita em até duas horas diárias para servidores, empregados e contratados. Para os estagiários, o limite é de uma hora por dia.

    Caso as horas não sejam compensadas dentro do prazo estabelecido, haverá descontos proporcionais nos vencimentos. Os setores considerados essenciais devem manter seu funcionamento normal, mesmo no ponto facultativo. Trabalhadores que decidirem não aderir ao benefício devem cumprir sua jornada de trabalho habitual.

    Em relação ao calendário acadêmico, não haverá suspensão automática das aulas. O que vale é o calendário já aprovado pela universidade. Se um professor faltar, será necessária a reposição total das aulas e dos conteúdos programados.

    A falta de estudantes será analisada caso a caso, seguindo as normas da Ufal. Dificuldades com transporte intermunicipal, por exemplo, podem ser consideradas, mas não há previsão de abono automático de faltas. A instrução completa está disponível para consulta no site da universidade.

    Orientações como estas são comuns em órgãos públicos durante a Semana Santa. Muitas instituições adotam pontos facultativos que seguem determinações estaduais ou municipais. A compensação de horas é uma prática regular para manter o equilíbrio da carga horária sem prejudicar o andamento dos serviços.

    É importante que servidores e alunos fiquem atentos aos comunicados oficiais de suas instituições. A definição de quais serviços são essenciais também varia conforme a unidade ou setor, cabendo às chefias garantir o mínimo de funcionamento necessário.

    Gabriela Borges

    Administradora de empresas pela Faculdade Alfa, Gabriela Borges (2000) é goiana de nascimento e colunista de negócios, gestão e empreendedorismo no portal OiEmpreendedores.com.br, unindo conhecimento acadêmico e visão estratégica.

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